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08 outubro 2013

Interregno finlandês

Como em Helsínquia não houve "jantar típico com música e danças tradicionais", falemos de gaivotas. A questão é que são mais que muitas. Aliás, como em qualquer cidade de mar. Mas estas parecem ter uma preferência por estátuas, sejam elas representativas de czares ou de sereias...




06 outubro 2013

Helsínquia tem muitas gaivotas II


Ferry Tallinn-Helsínquia 

Helsínquia, cidade de mar

Igreja Temppeliaukio 

 Monumento a Sibelius

Catedral Luterana 

Igreja Ortodoxa Russa

Havis Amanda, a sereia

Mercado de rua 

Frutos vermelhos com fartura 

E preços altos 

Frescos vindos do mar I 

Frescos vindos do mar II

Praça da estação central

Ruas cheias de gente 

E de jovens empreendedores 

Um dos símbolos da Finlândia 

E quando há um bocadinho de sol...

05 outubro 2013

Helsínquia tem muitas gaivotas I

A chegada a Helsínquia foi de barco, desde Tallinn. E não podia ser mais adequada, porque Helsínquia é uma cidade de mar. Aliás, basta olhar para o mapa da cidade para perceber que toda ela é mar, espraiando-se por inúmeras ilhas. É também uma cidade de luz, nesta (naquela) altura do ano. Apesar do céu cinzento e da chuva que teimou em cair...
O tempo (cronológico e não metereológico) não foi muito. Mas deu para ver a Igreja Temppeliaukio, uma atracção turística escavada na pedra. O monumento ao mais célebre compositor finlandês, Sibelius. A Catedral Luterana, imponente no seu estilo neoclássico. E a Igreja Ortodoxa Russa, cujo interior vale a pena visitar.
Já fora da visita guiada, a sereia Havis Amanda, na praça do mercado. O próprio do mercado, ao ar livre, com produtos para todos os gostos, desde frescos (alguns tão frescos que chegam de barco!) a flores, passando por artesanato e por todo um manancial de coisas para turistas. A praça da estação central, enorme e cheia de gente. E as ruas do centro da cidade, cheias de vida e de pessoas para observar (nada a fazer, é defeito de formação...).
Pode até ser uma cidade pequena que se vê num instante, como já me tinham dito. Mas fiquei com a sensação de que havia muito mais para ver. Quanto às gaivotas, são assunto para outro post...

21 julho 2013

De como o Báltico nos pode ensinar a envelhecer

Já regressei da viagem aos países bálticos. Uma viagem cansativa, muito tempo a andar de autocarro de país para país ou a correr atrás de guias turísticos nas várias cidades. E uma presença inesquecível no grupo, Rosa de seu nome. 91 anos de idade, feitos entre a Lituânia e a Letónia (os 90, foi fazê-los o ano passado a Paris!). Uma lição de vida. Andou, subiu e desceu escadas, carregou a mala, agradeceu a simpatia de quem queria ajudar, e nunca se queixou. Viu e ouviu tudo com a maior das curiosidades. E não falhou nem um ponto do programa. No final da viagem fui ter com ela e disse-lhe que foi um prazer conhecê-la. E que espero que mantenha o espírito. Respondeu-me que esta foi provavelmente a última viagem que fez. Cansou-se muito. Acho que não vai ser. Acho que vai arranjar maneira de fazer outra no próximo ano, mesmo que noutros moldes. Quando for grande, quero ser como ela...



12 julho 2013

Helsínquia, Finlândia

Com cerca de 5 milhões de habitantes, a Finlândia é o país da Nokia. Um exemplo de avanço da tecnologia e de preservação da natureza em simultâneo. Não conheço e infelizmente não vou ficar a conhecer, porque vou apenas à capital, Helsínquia. Onde espero passar uma noite em branco! Trocadilhos à parte, noite em branco passo hoje se não vou acabar de fazer a mala e dormir, que amanhã madrugo. Báltico, aqui vou eu!



07 julho 2013

Capitais bálticas

No próximo sábado parto de viagem para as capitais bálticas! De uma assentada só, Vilnius, Riga e Tallinn; e à conta da ausência de vôos directos, com chegada a Varsóvia e partida de Helsínquia. Ou seja, 5 capitais em 8 dias, numa viagem organizada para a qual já estou a tomar Valdispert! É que se há coisa que me põe nervosa é o entra e sai do autocarro, sem tempo para me perder com a máquina fotográfica; as histórias intermináveis contadas ao microfone, mesmo que não ouça metade; e, sobretudo, os "jantares típicos, com música e danças tradicionais". Não sou mulher de viagens organizadas, pronto! A não ser que sejam organizadas por mim. Ou ao correr da viagem...




PS: A história do Valdispert é a brincar. Adoro viajar, seja de que forma for, com ou sem organização, desde que bem acompanhada!