Nordkapp, dia 2
O segundo dia no Nordkapp foi mais calmo, apenas com uma visita a Trondheim (63º26'04.67''N/10º23'54.44''E), 3ª maior cidade da Noruega. É uma cidade pequena (pouco mais de 150 mil habitantes), famosa pela grande catedral (Catedral de Nidaros, mistura de estilos normando, românico e gótico) onde antes eram coroados os reis. Pois, é preciso não esquecer que a Noruega é uma monarquia, governada pelo Rei Harald V. Mas é também uma democracia, com a particularidade de já em 1986 ter uma primeira-ministra (Gro Harlem Brundtland, conhecida por chefiar a Comissão que lançou o conceito de desenvolvimento sustentável, tão em voga nos nossos dias) e um governo com cerca de 44% de participação feminina. Muito à frente, portanto. Aliás, nota-se. Independentemente da Noruega ser conhecida pela produção de roupa desportiva e confortável, a forma como as norueguesas se vestem denota a despreocupação de quem não tem que se afirmar pela imagem. Ao contrário do nosso país e de tantos outros, onde as mulheres vestem e, principalmente, calçam coisas que não lembram ao diabo (nunca ninguém vai conseguir convencer-me que os saltos não fazem mal à coluna!). Atenção, não estou a falar de países como a Itália ou o Brasil (Rio de Janeiro), onde a obsessão com a imagem é comum a homens e mulheres. Estou a falar de afirmação feminina pela imagem. Ou exclusivamente pela imagem…
Comentários feministas à parte, fazer um cruzeiro nos fiordes da Noruega é qualquer coisa de… Porquê? Porque a paisagem dos fiordes é deslumbrante (já cá faltava!). Quando finalmente passa a ansiedade de fotografar tudo a toda a hora (não é fácil, confesso…), parar umas horas a ler um livro com vista para uma paisagem que vai alternando entre montanhas, em tons de verde e castanho ou então branco neve, ilhas de todos os tamanhos e feitios, casas isoladas ou em pequenos aglomerados, com cores para todos os gostos… e já me perdi no que estava a dizer. Mas como uma imagem vale mais do que mil palavras…
O segundo dia no Nordkapp foi mais calmo, apenas com uma visita a Trondheim (63º26'04.67''N/10º23'54.44''E), 3ª maior cidade da Noruega. É uma cidade pequena (pouco mais de 150 mil habitantes), famosa pela grande catedral (Catedral de Nidaros, mistura de estilos normando, românico e gótico) onde antes eram coroados os reis. Pois, é preciso não esquecer que a Noruega é uma monarquia, governada pelo Rei Harald V. Mas é também uma democracia, com a particularidade de já em 1986 ter uma primeira-ministra (Gro Harlem Brundtland, conhecida por chefiar a Comissão que lançou o conceito de desenvolvimento sustentável, tão em voga nos nossos dias) e um governo com cerca de 44% de participação feminina. Muito à frente, portanto. Aliás, nota-se. Independentemente da Noruega ser conhecida pela produção de roupa desportiva e confortável, a forma como as norueguesas se vestem denota a despreocupação de quem não tem que se afirmar pela imagem. Ao contrário do nosso país e de tantos outros, onde as mulheres vestem e, principalmente, calçam coisas que não lembram ao diabo (nunca ninguém vai conseguir convencer-me que os saltos não fazem mal à coluna!). Atenção, não estou a falar de países como a Itália ou o Brasil (Rio de Janeiro), onde a obsessão com a imagem é comum a homens e mulheres. Estou a falar de afirmação feminina pela imagem. Ou exclusivamente pela imagem…
Comentários feministas à parte, fazer um cruzeiro nos fiordes da Noruega é qualquer coisa de… Porquê? Porque a paisagem dos fiordes é deslumbrante (já cá faltava!). Quando finalmente passa a ansiedade de fotografar tudo a toda a hora (não é fácil, confesso…), parar umas horas a ler um livro com vista para uma paisagem que vai alternando entre montanhas, em tons de verde e castanho ou então branco neve, ilhas de todos os tamanhos e feitios, casas isoladas ou em pequenos aglomerados, com cores para todos os gostos… e já me perdi no que estava a dizer. Mas como uma imagem vale mais do que mil palavras…
PS: Acabo de me aperceber que se uma imagem vale mais do que mil palavras, então a afirmação feminina pela imagem é capaz de ter razão de ser. Argumento, contra-argumento, argumento, contra-argumento, o que seria de mim se não discutisse comigo própria? :-)